a concreta poesia dos dois anos

Ó só, mãe! Ó só! Aguatéa! Aguatéa! (sim, ele repete tudo umas oito vezes) Aguatéa! Aguatéa! Aguatéa! (Água-terra: Francisco vendo, maravilhado, da janela do carro em viagem, as curvas de um rio)