coisas que mãe aprende no café da manhã

É fácil fazer uma estrela com a mão. Ó. (e Gabriel abre os dedos) e pela primeira vez vejo que carregamos estrelas de cinco pontas na ponta dos braços.

de quem é a mulher? (ou ainda sobre o debate)

Quando me convidaram pra falar alguma coisa no debate que ia rolar na ESPM sobre feminismo, a violência contra a mulher e o abuso da mídia (mais informações no post anterior), achei que ia estar em casa. Fiquei revirando minhas memórias de mais de 15 anos em ativismo humanista pra buscar uma forma simples e sintética de falar de um caminhão de coisas que o tema “feminismo” sugere. Eu, particularmente, sempre penso na não-violência num campo mais abrangente, mas sei que às vezes as “lutas” tem que tomar formas mais recortadas para melhor representar problemas específicos de violência: sejam eles de desigualdade social, sem-terra, sem-teto, violência contra homossexuais, contra mulher, violências raciais e tantas variedades no cardápio de...

a liberdade de ser livre

“Recentemente, um vídeo sobre a cobertura de uma festa universitária expôs o depoimento de um dos convidados que incitava explicitamente a cultura do estupro que, infelizmente, aparece enraizada em nossa sociedade. Muitas pessoas da própria faculdade enxergaram o depoimento como “apenas uma piada”. Além disso tudo, em discussão argumentativa no Facebook, as meninas que questionaram a postura condenável do vídeo e das pessoas que o aceitavam foram chamadas de “mal comidas” entre outros. Como resposta ao acontecido, um aluno da faculdade documentou “Um vídeo não é um vídeo, uma brincadeira não é só brincadeira… Pelo menos, nem sempre. Muitas vezes, é você contribuindo para piorar a cultura do país”. E é todo o contexto que...