uma ponte ao país dos exílios

nem sete, nem um nem colo constante, nem domínio das letras nem grande nem pequeno só o segundo.   Não importavam as tantas histórias que eu lhe contava. nada resolvia. queria mudar de nome, de mãe (surpreendi-me atordoada nessa brincadeira) mudava de lugar à mesa, buscando nas brechas o que ainda era mutante. banido de si, nenhuma atenção bastava.   (eu que sei desses estados nômades, contemplava minha impotência diante do seu terremoto.)   Estava insuportável. era um pedido de socorro de um náufrago que atirava nos barcos que tentavam lhe prestar socorro. nós – o pai e eu – declaramos nossa impaciência: o que mais falta fazer?   depois, nossa ignorância.   Até que também nos reconhecemos nesse lugar de despertencer, nessa...